sábado, 2 de abril de 2011

Getting the best of me

Quase duas semanas de ar-condicionado intenso depois, porque o ar dos servidores não estava dando conta sozinho, então todo mundo precisa congelar para salvar as máquinas, eu me encontro aqui de cama num sábado de noite.

Tentei sair, mas só de ir comer no restaurante aqui do lado e voltar já parecia que eu tinha corrido uma maratona inteira e eu só pensava em deitar e descansar.

Tosse, dor de garganta, catarro e, o pior, SEM VOZ.

O estress contribuiu... Se é que não foi o fator principal. Sensação de que eu estou me perdendo.

Todo dia eu acordo e penso: preciso fazer melhor do que ontem. Posso melhorar isso, isso e aquilo. E tento. Tento muito! Todos os dias! Algumas coisas eu consigo... outras não. Mas ai chega o dia seguinte e eu vejo que ainda preciso melhorar mais. Ai eu me empurro e empurro mais.

Acho que tenho empurrado forte demais. Tem muito copo nessa bandeja e alguma prioridade precisa ser re-vista.

E agora nem a Amora eu tenho mais para me fazer reike de noite, com as patinhas fazendo conchinha em cima de mim e me desejando força e paz.

Vamos ver até onde eu aguento... Chegar lá ou morrer! O que vier está bom. Só não dava para viver como eu estava antes.

Por enquanto, a conta fecha.

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